Mostrando postagens com marcador ANAC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ANAC. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Aeroporto de Ribeirão, Centro Administrativo e Cidade Limpa


Existem algumas questões que precisam ser acompanhadas por quem entende tecnicamente. Uma delas é com relação ao Aeroporto. Vejo que outras cidades, também de médio porte, como Bauru, deixaram um técnico exclusivamente para acompanhar a questão aeroportuária. Em Ribeirão, cada dia um obstáculo a ser vencido, uma batalha que parece não ter fim. Estou tentando marcar uma reunião na ANAC, com a presidente Solange Vieira e estou aguardando confirmação. Venho sentindo necessidade de alguém exclusivo, de apoio técnico, que entenda o processo,com visão e experiência de administração pública,que me oriente, para acompanhar passo a passo. Por isso pedi ao Ivo Colichio, que viesse para o gabinete, tocar esses projetos especiais para Ribeirão, como aeroporto, Centro Administrativo e Cidade Limpa. O Ivo aceitou esse desafio, sendo o primeiro deles, perseguir o resultado da implantação do galpão alfandegário, acompanhar o processo na CETESB, ou ir a Brasília, junto ao COMAR/ANAC. Não podemos deixar essa questão a mercê da vontade de muitos. Ribeirão tem pressa! Já com relação ao Centro Administrativo, vamos a Belo Horizonte, conhecer de perto o que foi feito, que é tão elogiado como modelo no Brasil e tentar fazer igual. Com relação ao Cidade Limpa, pedi ao Kassab, que deixasse sua assessoria a disposição do Ivo, para conhecer detalhadamente o projeto. Na foto acima, Centro Administrativo de Belo Horizonte.

Porque a ANAC dificulta tudo que é para Ribeirão?


No primeiro semestre de 2009, enviei um ofício, convidando a Web Jet para vir para Ribeirão Preto. A empresa disse que Ribeirão é uma cidade de forte potencial e que iria estudar a proposta. Há alguns meses atrás, a empresa entrou em contato, dizendo que estava pronto os estudos para operar em Ribeirão e que se tudo desse certo, até o final do ano, estariam aqui. A Web Jet traria 11 (onze) novos vôos, criando opções diferentes, com objetivo de atender 74 mil passageiros por mês. Fiquei emocionada com a notícia, poís estou conseguindo, mesmo diante de tantos obstáculos, importantes passos na história do Aeroporto de Ribeirão. Resolvi ampliar o pedido de vinda e sugeri a Web Jet que traga toda a logística da empresa para Ribeirão (base de operação), com todas as aeronaves pernoitando na cidade, com galpões de suporte, oficina e infraestrutura aérea para cá. Além disso, abririam mais vagas de trabalho na cidade, principalmente na área que necessitam, que é piloto, co-piloto e comissários, que está em falta nas grandes capitais. Também novas vagas para área de suporte. Por outro lado, criariam novas rotas aéreas com preços populares, dando mais opções de vôos a quem necessita. Eles aceitaram a idéia de trazer os aviões para pernoitar em Ribeirão. Hoje, convidei a diretoria, André Almeida e demais, para uma conversa e saber como andam as tratativas e novamente o velho discurso. As liberações só dependem da ANAC. Segundo eles, a ANAC tem resistido ao pedido da base operacional na cidade. Porque não? Porque tudo que é para Ribeirão tem sido dificultado pelo órgão? Qual o interesse de amarrar o desenvolvimento do aeroporto? A quem interessa essa demora? - Ribeirão tem pressa. Pedi hoje uma reunião com a ANAC e estou aguardando confirmação.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

DAESP, MINISTÉRIO PÚBLICO, COMAR, SECRETARIAS DE ESTADO, PREFEITURA e TEAD. Todos juntos, para discutir o Aeroporto de Ribeirão. Quem está travando?

Nos últimos 20 anos, a internacionalização do aeroporto Leite Lopes tem sido tema de muitas reportagens e de muitos debates em Ribeirão Preto. Invariavelmente o foco destas reportagens e debates tem sido a morosidade para que o Aeroporto seja internacionalizado e, consequentemente, contribua para o desenvolvimento econômico e social de Ribeirão Preto e região.

Ocorre que, por uma série de fatores que vão desde a falta de vontade política (de alguns) ou interesses de outros, até entraves técnicos, como por, exemplo, a tão falada curva de ruído, a internacionalização não saí do papel.

Nesta quinta-feira, dia 19 de agosto, os jornais estamparam reportagens em que destacam que o Aeroporto Leite Lopes ficará fora da obras que serão realizadas pelo DAESP em aeroportos do estado de São Paulo. Outras cidades com o mesmo tamanho e até menores do que Ribeirão Preto como São Carlos e Barretos estão incluídas nestas obras.

Nada contra essas cidades a quem parabenizo por essa conquista, mas Ribeirão Preto não pode fica passivamente assistindo o desenvolvimento econômico e social sobrevoar em cima da cidade sem pousar por aqui.

Todos nós estamos cansados de tantas explicações e falta de solução. Por isso, para colocar um ponto final neste impasse e buscar de uma solução definitiva para o assunto, vou agendar uma reunião com todos os envolvidos neste processo para detectar onde estão os entrave para a internacionalização.

Minha intenção é reunir numa mesa redonda, para debate público, todos os envolvidos e responsáveis pelo setor. O objetivo é discutir publicamente e deixar claro quem está travando o PROCESSO de INTERNACIONALIZAÇÃO de FATO de nosso AEROPORTO.

O Convite será feito para o DAESP, COMAR (Comando da Aeronáutica), Ministério Público, ANAC, INFRAERO, Secretarias Estaduais de Transporte e Meio Ambiente, TEAD –empresa vencedora da licitação p/ transporte de Cargas e Prefeitura de Ribeirão. A reunião será aberta, com a presença da imprensa.

Segundo um levantamento do Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica e Avançada -, que será divulgada nos próximos dias por uma importante revista nacional, Ribeirão Preto se tornou um município de grande porte. Portanto, precisamos de um aeroporto que comporte este crescimento e contribua com nosso desenvolvimento.

Chega de impasse. TODO MUNDO CARA A CARA. E a pergunta que precisa ser feita: - QUEM ESTÁ DE FATO ATRASANDO OU ATRAPALHANDO o processo de internacionalização do Aeroporto?